5  SIM – Sistema de Informação sobre Mortalidade

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5.1 Resumo

Características gerais do SIM
Característica Descrição
Ano de criação 1975
Evento registrado Óbito, incluindo óbito fetal
Documento básico Declaração de Óbito (DO)
Unidade de análise Declaração de Óbito
Cobertura Todo o território nacional
Abrangência assistencial Óbitos ocorridos nas dimensões pública, privada e suplementar
Disseminação Em geral anual, com bases preliminares e consolidadas

O Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) é a principal fonte nacional para análise dos óbitos ocorridos no Brasil. Seus dados permitem estudar níveis, tendências, desigualdades e causas de mortalidade, subsidiando vigilância, planejamento, avaliação de políticas públicas e produção de indicadores de saúde. Como o óbito é um tipo de evento de saúde, o SIM também se conecta à discussão geral sobre eventos, registros e unidades de análise apresentada em Capítulo 4.

5.2 Quando usar o SIM

O SIM deve ser utilizado quando a pergunta envolve óbitos, causas de morte ou indicadores derivados de mortalidade. Em muitos casos, a análise precisa combinar o SIM com outras fontes, como SINASC (Capítulo 6), estimativas populacionais (Apêndice D), SINAN (Capítulo 9) ou SIH (Capítulo 7).

Perguntas comuns que podem ser respondidas com o SIM
Pergunta de análise Usar SIM para Fonte complementar comum
Mortalidade por causa Contar óbitos por causa básica CID (Apêndice B) para agrupamentos
Mortalidade infantil Identificar óbitos menores de 1 ano SINASC para nascidos vivos
Mortalidade materna Identificar óbitos maternos Investigação e classificações específicas
Causas externas Analisar acidentes e violências fatais SIH ou SIA para eventos não fatais
Óbitos evitáveis Identificar causas e grupos de idade Listas de evitabilidade
Risco populacional Contar óbitos por residência POP para denominadores
Pressão sobre serviços Contar óbitos por ocorrência CNES/SIH para rede assistencial

5.3 Histórico e organização

O SIM foi o primeiro sistema de informação em saúde de abrangência nacional. Sua criação está associada à necessidade de padronizar o registro de óbitos e qualificar as estatísticas vitais brasileiras. Em 1975, foi formado um Grupo de Trabalho no Ministério da Saúde com o objetivo de adotar um modelo único de Declaração de Óbito (DO), com impressão centralizada, controle numérico e validade legal (SENNA, 2009).

Dica

Entre as décadas de 1960 e 1970 chegaram a coexistir 43 modelos diferentes de atestado de óbito no país (SENNA, 2009).

A padronização da DO reorganizou o fluxo de informações sobre mortalidade. O documento passou a nascer no serviço de saúde ou no local responsável pelo registro do óbito, circular entre família, cartório e secretaria de saúde, e alimentar uma base nacional.

Esse fluxo aproximou o Registro Civil do setor saúde. A certidão de óbito permanece vinculada ao processo cartorial, mas a DO passou a produzir também informação epidemiológica, permitindo que os óbitos fossem analisados por idade, sexo, raça/cor, município, local de ocorrência e causa de morte.

5.4 Fluxo da Declaração de Óbito

O documento básico do SIM é a Declaração de Óbito (DO), padronizada nacionalmente, gerenciada e distribuída pelo Ministério da Saúde. A DO é emitida em três vias, com destinações distintas.

flowchart TD
  do[Declaracao de Obito] --> via1[1a via]
  do --> via2[2a via]
  do --> via3[3a via]

  via1 --> sms[Secretaria Municipal de Saude]
  sms --> sim[SIM]

  via2 --> fam[Familia]
  fam --> rg[Registro Civil]
  rg --> cert[Certidao de Obito]

  via3 --> es[Estabelecimento ou unidade notificadora]
Figura 5.1: Fluxo de emissão e destinação das vias da Declaração de Óbito

A primeira via é encaminhada à secretaria municipal de saúde para processamento e alimentação do SIM. A segunda via é entregue à família para apresentação ao Registro Civil. A terceira via permanece arquivada no estabelecimento de saúde ou na unidade notificadora.

5.5 Cobertura e unidade de análise

O SIM busca registrar todos os óbitos ocorridos no território nacional, independentemente de terem ocorrido em estabelecimentos públicos, privados, filantrópicos, domicílios, vias públicas ou outros locais. Também registra óbitos fetais.

A unidade de análise é a Declaração de Óbito. Isso significa que cada registro corresponde a um óbito, não a uma pessoa acompanhada longitudinalmente. Para análises populacionais, os óbitos geralmente são agregados por período, município, faixa etária, sexo, raça/cor e causa.

Dimensões importantes para análise do SIM
Dimensão Cuidado de interpretação
Residência Usada para estimar riscos da população residente
Ocorrência Indica onde o óbito aconteceu
Causa básica Usada para estatísticas padronizadas de mortalidade por causa
Causas associadas Ajudam a compreender condições que contribuíram para a morte
Óbito fetal Deve ser analisado separadamente de óbitos não fetais

5.6 Causa básica do óbito

A causa básica do óbito é a doença, agravo ou circunstância que iniciou a cadeia de eventos que levou diretamente à morte. No caso de causas externas, corresponde às circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal. Essa definição é referência internacional para padronizar estatísticas de mortalidade por causa (WHO, 2026).

Na Declaração de Óbito, a Parte I registra a sequência causal, da causa terminal às causas antecedentes. A causa básica deve aparecer na última linha preenchida dessa sequência. A Parte II é destinada a outras condições significativas que contribuíram para o óbito, mas que não fazem parte da cadeia causal principal (BRASIL, 2022).

Aviso

Não se deve interpretar automaticamente a causa terminal como causa básica. Termos como “parada cardiorrespiratória” ou “falência múltipla de órgãos” descrevem mecanismos finais de morte, mas raramente explicam o processo que iniciou a cadeia causal.

A correta definição da causa básica é um dos pontos mais importantes para a qualidade do SIM. Ela depende do preenchimento adequado da DO, da investigação quando necessária e da codificação segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID).

5.7 Causa básica e causas múltiplas

A análise de mortalidade costuma priorizar a causa básica, porque ela permite atribuir cada óbito a uma causa principal e construir estatísticas comparáveis. No entanto, a Declaração de Óbito também registra outras condições que fizeram parte da cadeia causal ou contribuíram para o óbito. Essas informações permitem análises por causas múltiplas.

Diferenças entre causa básica e causas múltiplas
Tipo de causa O que representa Uso típico
Causa básica Evento que iniciou a cadeia que levou à morte Estatísticas oficiais por causa
Causas consequenciais Condições intermediárias ou terminais da cadeia causal Compreender a sequência do óbito
Causas contribuintes Condições relevantes fora da cadeia principal Analisar multimorbidade e fatores associados

Análises por causas múltiplas são úteis quando uma condição contribui para muitos óbitos, mas raramente aparece como causa básica. Ainda assim, exigem mais cuidado metodológico, pois um único óbito pode mencionar várias causas.

5.8 Codificação pela CID

As causas de morte são codificadas segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID), apresentada no apêndice sobre a CID (Apêndice B). Em séries históricas, é importante observar mudanças de revisão da classificação, regras de codificação e agrupamentos utilizados.

Na prática, as análises podem usar diferentes níveis de detalhe:

Níveis comuns de análise da causa de morte
Nível de análise Exemplo Uso
Capítulo da CID Doenças do aparelho circulatório Grandes grupos de causas
Código de três caracteres I21 Causa específica com menor detalhamento
Código de quatro caracteres I21.0 Subcategoria mais detalhada
Lista ou agrupamento Causas evitáveis, causas externas, neoplasias Indicadores e políticas específicas

O nível escolhido deve ser compatível com a pergunta, o tamanho da população analisada e a qualidade do preenchimento. Quanto maior o detalhamento, maior a chance de instabilidade em municípios pequenos ou períodos curtos.

5.9 Análise territorial

O SIM permite analisar óbitos por município de residência e por município de ocorrência. Esses campos respondem a perguntas diferentes.

Uso de residência e ocorrência na análise de mortalidade
Campo territorial Pergunta respondida Exemplo
Residência Onde vivia a pessoa que morreu? Taxas de mortalidade da população residente
Ocorrência Onde o óbito aconteceu? Demanda sobre serviços e locais de ocorrência

Para estimar risco populacional, em geral utiliza-se o município de residência, pois o denominador costuma ser a população residente. Para estudar rede assistencial, fluxo de pacientes ou óbitos ocorridos em serviços de referência, o município de ocorrência pode ser mais adequado.

5.10 Análise temporal

A análise temporal deve distinguir a data do óbito, o ano de referência do arquivo e o momento de disseminação dos dados. Óbitos de anos recentes podem estar em bases preliminares, sujeitas a revisão posterior.

Elementos temporais importantes no SIM
Elemento temporal Interpretação
Data do óbito Momento em que o evento ocorreu
Ano do arquivo Recorte usado na disseminação dos microdados
Data de atualização Momento em que a base foi disponibilizada ou revisada
Base preliminar Mais oportuna, porém sujeita a alterações
Base consolidada Mais estável, porém geralmente mais defasada

Ao comparar anos, especialmente anos recentes, verifique se as bases têm o mesmo grau de consolidação. Diferenças entre bases preliminares e consolidadas podem afetar totais, causas e campos complementares.

5.11 Modelo da Declaração de Óbito

Modelo de Declaração de Óbito

Modelo de Declaração de Óbito

Mais informações sobre o preenchimento estão disponíveis no manual de preenchimento da Declaração de Óbito, disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

5.12 Exemplo: acidentes de trânsito

Acidentes de trânsito são um exemplo de uso do SIM para análise de causas externas. Nesse caso, a pergunta pode envolver quantas pessoas morreram, onde viviam, onde o óbito ocorreu, qual foi o tipo de acidente e qual grupo populacional foi mais afetado.

Campos úteis em uma análise de mortalidade por acidentes de trânsito
Elemento da análise Campo ou dimensão Cuidado
Causa básica Código CID de acidente de transporte Definir agrupamento antes da análise
Residência Município de residência Usar para taxas populacionais
Ocorrência Município/local de ocorrência Usar para análise do local do óbito
Idade e sexo Perfil demográfico Estratificar para identificar grupos de risco
Raça/cor e escolaridade Desigualdades sociais Verificar completitude
Tipo de óbito Fetal/não fetal Excluir óbitos fetais quando não pertinentes

Uma análise completa pode combinar o SIM com o SIH (Capítulo 7), para observar internações por lesões de trânsito, e com estimativas populacionais (Apêndice D), para calcular taxas. Se o objetivo for mortalidade por local de residência, use óbitos de residentes. Se o objetivo for identificar locais com maior ocorrência de óbitos, use município de ocorrência.

5.13 Qualidade dos dados

A partir de 1979, o SIM passou a apresentar dados consolidados e, desde então, a qualidade de preenchimento vem sendo aprimorada. Avanços importantes ocorreram na cobertura e na completitude de variáveis, mas ainda há desafios relacionados a subregistro, causas mal definidas, campos incompletos e diferenças territoriais de qualidade (JORGE; LAURENTI; GOTLIEB, 2007; REBOUÇAS et al., 2025; SENNA, 2009).

Problemas frequentes que podem afetar análises com o SIM
Problema Efeito na análise
Subregistro de óbitos Subestima taxas e números absolutos
Causas mal definidas Reduz a capacidade de interpretar padrões de mortalidade
Incompletude de raça/cor, escolaridade ou ocupação Limita análises de desigualdades
Erros de residência ou ocorrência Afetam análises territoriais
Mudanças de codificação ou investigação Podem gerar quebras em séries históricas

O campo ocupação, por exemplo, pode ter limitações importantes em estudos sobre doenças relacionadas ao trabalho (CAVALCANTE; SANTANA, 2023). Por isso, análises mais detalhadas devem sempre verificar completitude, consistência e mudanças históricas das variáveis utilizadas.

5.14 Linha do tempo do SIM

Linha do tempo do SIM

Um histórico mais aprofundado sobre a construção e evolução do SIM está disponível neste documento.

5.15 Estrutura dos dados

O documento de estrutura do SIM descreve as variáveis disponíveis nos arquivos de disseminação. Entre os campos de maior uso estão ano e data do óbito, município de residência, município de ocorrência, sexo, idade, raça/cor, escolaridade, causa básica e causas múltiplas.

5.15.1 Campos mínimos para inspecionar

Os nomes e a disponibilidade das variáveis podem variar conforme o arquivo e o período, por isso a estrutura do ano analisado deve ser conferida antes do processamento. Em análises iniciais, costuma ser útil verificar:

Campos úteis para uma primeira inspeção dos dados do SIM
Campo Uso
DTOBITO Data do óbito
CODMUNRES Município de residência
CODMUNOCOR Município de ocorrência
IDADE Idade no óbito
SEXO Sexo
RACACOR Raça/cor
ESC ou variável equivalente Escolaridade
CAUSABAS Causa básica do óbito
Linhas/causas da DO Análise de causas múltiplas
TIPOBITO ou arquivo DOFET Identificação de óbito fetal, quando aplicável

5.15.2 Prefixo dos arquivos

Prefixos comuns dos arquivos do SIM
Prefixo Conteúdo
DO Declarações de óbito
DOEXT Declarações de óbitos por causas externas
DOFET Declarações de óbitos fetais
DOINF Declarações de óbitos infantis
DOMAT Declarações de óbitos maternos
DOREXT Mortalidade de residentes no exterior

5.16 Acesso aos dados

Os dados do SIM podem ser acessados por diferentes caminhos, a depender do objetivo da análise.

Formas de acesso aos dados do SIM
Forma de acesso Indicação de uso
TabNet Tabulações rápidas e consultas agregadas
TabWin/DBC Download e tabulação local de arquivos do DataSUS
R Fluxos reprodutíveis com {microdatasus}
Python Fluxos reprodutíveis com PySUS
PCDaS Uso em ambiente de notebooks e infraestrutura de dados
OpenDataSUS Arquivos em formatos abertos, incluindo bases preliminares

5.16.1 TabNet

Os dados do SIM podem ser acessados no TabNet do DataSUS, na seção de Estatísticas Vitais.

5.16.2 TabWin e transferência de arquivos

Para uso no TabWin ou em fluxos próprios de processamento, é possível baixar arquivos de dados no formato DBC e arquivos auxiliares de tabulação no serviço de transferência de arquivos do DataSUS.

5.16.3 R

O pacote {microdatasus} permite baixar e pré-processar microdados do DataSUS em R (SALDANHA; BASTOS; BARCELLOS, 2019).

library(microdatasus)

sim_raw <- fetch_datasus(
  year_start = 2021,
  year_end = 2021,
  uf = "AC",
  information_system = "SIM-DO"
)

sim_p <- process_sim(sim_raw)

sim_p

5.16.4 Python

A biblioteca PySUS também permite acessar dados do SIM em fluxos de análise em Python.

5.16.5 PCDaS

Os dados do SIM estão disponíveis na Plataforma de Ciência de Dados aplicada à Saúde (PCDaS) para acesso em ambiente de notebooks.

5.16.6 OpenDataSUS

Dados em formato CSV estão sendo disponibilizados no OpenDataSUS, incluindo versões preliminares de anos recentes.

5.17 Relacionamento com outros sistemas

O SIM pode ser analisado isoladamente, mas muitas perguntas exigem integração com outras bases. Essa integração pode ser feita por agregação territorial e temporal ou por relacionamento de registros, quando houver justificativa metodológica, autorização e proteção adequada dos dados.

Integrações frequentes entre o SIM e outros sistemas
Pergunta Fontes combinadas Cuidado principal
Mortalidade infantil SIM + SINASC (Capítulo 6) Usar nascidos vivos como denominador
Óbitos entre casos notificados SIM + SINAN (Capítulo 9) Harmonizar datas, território e identificação
Óbitos após internação SIM + SIH (Capítulo 7) Definir janela temporal e evitar duplicidade de AIH
Taxas populacionais SIM + POP (Apêndice D) Usar população residente do mesmo período
Eventos fatais e não fatais SIM + sistemas assistenciais Separar risco de morte de carga de atendimento

Em relacionamentos determinísticos ou probabilísticos, é necessário definir previamente quais campos serão usados, como serão tratados registros incompletos, duplicidades e discordâncias, e qual será a unidade final de análise. O resultado do relacionamento não deve ser interpretado como simples soma de bases: ele depende das regras de pareamento, da qualidade dos identificadores e da finalidade da análise.

5.18 Principais usos e indicadores

Segundo RIPSA (2008), os dados do SIM são utilizados na construção de diversos indicadores de mortalidade. A ficha de cada indicador deve explicitar numerador, denominador, recorte territorial, período, idade, causa e critérios de exclusão.

Exemplos de indicadores construídos com dados do SIM
Indicador Numerador principal Denominador ou cuidado
Taxa de mortalidade infantil Óbitos menores de 1 ano Nascidos vivos do SINASC
Mortalidade neonatal e pós-neonatal Óbitos infantis por idade Classificar corretamente a idade no óbito
Mortalidade em menores de cinco anos Óbitos menores de 5 anos População ou nascidos vivos, conforme definição
Razão de mortalidade materna Óbitos maternos Nascidos vivos e investigação do óbito
Mortalidade proporcional por causa Óbitos por grupo de causas Total de óbitos no mesmo recorte
Taxa por causas externas Óbitos por causa externa População residente e agrupamento CID

Consulte o livro da RIPSA para mais detalhes sobre esses e outros indicadores.

5.19 Cuidados de interpretação

Ao utilizar o SIM, alguns cuidados são recorrentes:

  • distinguir óbitos por residência e por ocorrência;
  • separar óbitos fetais, infantis, maternos e por causas externas quando necessário;
  • verificar se a base é preliminar ou consolidada;
  • avaliar causas mal definidas e campos incompletos;
  • não interpretar mecanismo terminal de morte como causa básica;
  • observar mudanças na CID, nos formulários, na investigação e nas regras de codificação;
  • considerar a qualidade diferencial por região, município, período e variável.
Aviso

Erros comuns incluem calcular taxas com óbitos por ocorrência e população residente, misturar bases preliminares e consolidadas na mesma série, incluir óbitos fetais em indicadores de mortalidade geral, tratar causas mal definidas como grupo substantivo de causa e usar códigos CID muito detalhados em populações pequenas sem avaliar instabilidade.

5.20 Bibliografia recomendada

5.20.1 Documentos auxiliares

5.20.2 Vídeos

5.20.3 Avaliação da qualidade dos dados

  • Artigo Qualidade dos registros de ocupação das doenças associadas ao asbesto no sistema de informação sobre mortalidade, Brasil (CAVALCANTE; SANTANA, 2023). Disponível aqui.
  • Artigo Análise da qualidade das estatísticas vitais brasileiras: a experiência de implantação do SIM e do SINASC (JORGE; LAURENTI; GOTLIEB, 2007). Disponível aqui.
  • Artigo Avaliação da qualidade do Sistema Brasileiro de Informações sobre Mortalidade (SIM): uma scoping review (REBOUÇAS et al., 2025). Disponível aqui.